Enquanto pode existir colaboradores que não honram seus contratos, há gestores que não mantém sua palavra. Esse é um diálogo atual em muitas organizações.
Assim, as relações profissionais sofrem seus abalos mais corriqueiros devido a falta das pessoas acreditarem uma nas outras. Dizem que as muitas falhas de comunicação, na vida social ou na profissional, são geradas devido o descrédito de que o outro cumprirá o que diz. É provável.
O circo, longe de ser uma organização exemplar, absorve a mais bela faceta do ser, capaz de fazer a paz ou a guerra: a confiança.

Imagem: Arquivo pessoal
Sem ela não se pode subir no ombro do colega nem saltar para depois cair nos braços do outro. Sem ela não se pode entrar no “globo da morte” nem se jogar ao vento quando, simplesmente, está enrolada em um tecido sustentado por uma equipe no alto da tenda estrelada. Cada ação aqui dentro é um sonho para a realidade lá fora.
A confiança vem com o conhecimento uns dos outros. Somente gestores comprometidos garantem o que sabem que podem cumprir. É preciso ser inteligente pra falar a verdade porque somente gestores verdadeiros possuem mais chances de terem equipes verdadeiras. Sabendo e ajudando a desenvolver as habilidades dos demais há maiores chances de garantir que enquanto um faz sua parte, o outro garantirá a execução do seu papel. Nessa equação, o resultado de todos os envolvidos será satisfatório. Nenhum negócio perde valor ao desenvolver caminhos para a confiança.